Quinta, 22 de Abril de 2021 19:54
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Brasil COVID-19

Brasil registra 3.733 mortes por Covid em 24 h, 3º pior dia da pandemia, e passa de 340 mil óbitos

O recorde de mortes em 24 h ocorreu na terça (6), com 4.211 óbitos. O valor, contudo, sofreu influência de dados atrasados por causa do feriado e final de semana anteriores.

07/04/2021 23h08
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Por: Redação Agora ES Fonte: FOLHAPRESS

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em mais um dia com elevadíssimos números de mortes, o Brasil registrou, nesta quarta-feira (7), 3.733 óbitos pela Covid-19, o terceiro maior valor da pandemia. Com isso, o país ultrapassou a marca de 340 mil vidas perdidas.

O recorde de mortes em 24 h ocorreu na terça (6), com 4.211 óbitos. O valor, contudo, sofreu influência de dados atrasados por causa do feriado e final de semana anteriores. O país também registrou 90.973 casos de Covid. Com isso, o total de óbitos chegou a 341.097 e o de casos a 13.197.031.

A média móvel do país permanece em níveis elevados, com 2.744 mortes por dia. Assim, a média completa 22 dias acima de 2.000 mortes e 77 acima de 1.000.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 22 estados e o Distrito Federal. Já foram aplicadas no total 27.511.537 doses de vacina (21.445.683 da primeira dose e 6.065.854 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que somente 13,33% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 3,77%, a segunda. Nas últimas 24 horas, 617.285 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 184.462, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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