Quinta, 22 de Abril de 2021 20:38
27992035090
Esportes LUISA STEFANI

Luisa Stefani, tenista brasileira, perde em sua primeira final de WTA 1000

Ela e sua dupla Hayley Carter (dos Estados Unidos) foram derrotadas pelas japonesas Shuko Aoyama e Ena Shibahara neste domingo (4), por 6/2 e 7/5

04/04/2021 18h28
11
Por: Redação Agora ES Fonte: FOLHAPRESS
Foto: Reprodução Facebook
Foto: Reprodução Facebook

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Luisa Stefani terminou com o vice-campeonato no WTA 1000 de Miami. Ela e sua dupla Hayley Carter (dos Estados Unidos) foram derrotadas pelas japonesas Shuko Aoyama e Ena Shibahara neste domingo (4), por 6/2 e 7/5.

Mesmo com a derrota, Stefani conseguiu seu melhor resultado na carreira com o segundo lugar. Ela nunca tinha alcançado a final em uma disputa de torneios da série 1000 (os antes chamados Premier).

Até então, havia chegado às semifinais de um torneio de WTA 1000, no ano passado, em Roma. Até aqui, ela já conquistou dois títulos, mas ambos em torneios menores: Tashkent (2019) e Lexington (2020). Os dois torneios são da série 250.

Também com o segundo lugar em Miami, a paulista se tornou a melhor brasileira da história do ranking da WTA (Associação de Tênis Feminio), chegando à 26ª posição.

Ela irá superar a melhor posição da lendária Maria Esther Bueno (1939-2018), que entre torneios de duplas e simples, venceu 19 Grand Slams na carreira. O ranking da WTA, no entanto, só foi criado em 1975, após todos esses títulos e quando ela já tinha 36 anos. Bueno foi 29ª do mundo no ano seguinte, em 1976.

Esta foi a quarta vez, em cinco confrontos, que Aoyama (atual 14 do mundo) e Shibara (16) venceram Stefani e Carter (uma posição abaixo da brasileira na lista).

A ascensão no ranking mundial a coloca mais próxima de seu objetivo maior, ma vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que começam em julho deste ano após terem sido adiados em razão da pandemia de coronavírus.

Entre os objetivos traçados para a temporada estão atingir o grupo das dez primeiras, que garantiria a ela e ao Brasil vagas na chave feminina de duplas nos Jogos de Tóquio, e chegar o mais longe possível nos Grand Slams. Quem sabe até vencer um deles.

"Qualificar para a Olimpíada é um sonho difícil, mas atingível. Tenho metas e deixo a vida levar, uma mistura dos dois. É importante olhar para elas sempre, mas ao mesmo tempo ter pé no chão e trabalhar para poder chegar lá", disse ela em entrevista à Folha às vésperas do Australian Open, primeiro Grand Slam do da temporada.

Seu objetivo é estar entre as dez primeiras do mundo até o dia 7 de junho (quando a lista de classificados é definida), o que lhe garantiria um lugar nos Jogos.

Nenhum comentário
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.