Quinta, 22 de Abril de 2021 20:28
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Saúde CORONAVÍRUS

Com 1.931 novos óbitos em 24 h, Brasil passa de 330 mil mortos por Covid-19

Com a redução de mortes, houve também uma queda na média móvel de óbitos, que agora é de 2.800, um valor ainda muito elevado

03/04/2021 21h34
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Por: Redação Agora ES Fonte: FOLHAPRESS
Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

O Brasil registrou 1.931 mortes pela Covid e 40.242 casos da doença, neste sábado (3). Dessa forma, o país chegou a 330.297 óbitos e 12.952.621 pessoas infectadas pela Covid desde o início da pandemia. 

Apesar da aparente redução em relação a dias anteriores (recorde de mortes em 24h, de 3.950, foi registrado na quarta, 31), a variação é esperada devido ao feriado, quando costuma haver atrasos de notificação de óbitos nas secretarias de saúde.

Com a redução de mortes, houve também uma queda na média móvel de óbitos, que agora é de 2.800, um valor ainda muito elevado. O recorde na média, 3.119, havia ocorrido na quinta, pelo sétimo dia seguido.

A média é um instrumento estatístico que busca suavizar variações que ocorrem nos dados, como em finais de semana e feriados.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 20 estados.

Já foram aplicadas no total 24.525.163 doses de vacina (19.182.802 da primeira dose e 5.342.361 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que apenas 9,06% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 2,52%, a segunda.

Nas últimas 24 horas, 328.910 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 70.338, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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